No dia 28 de novembro de 2007 eu deveria estar inspirado por algum romance que eu estava escrevendo ou lendo. Claro, pois minha vida sempre foi emocionalmente monótona. Mas escrevi o seguinte: “O Que É O Amor? “Amor é poder ter em quem pensar quando acorda, mais do que na hora de dormir; amor é se esforçar para perdoar aquilo que você jamais faria, pisando no próprio orgulho; “É se sujeitar a ser apenas presença, e fazer de sua uma alegria que não parte de você. Se orgulhar disso. “O amor é pura e simplesmente o amor. Por isso vale a pena. O amor é digno da morte, e mais digno da vida é aquele que morreria por um verdadeiro amor.” Acho que já li reflexões piores sobre o amor, por isso não me envergonho em postar aqui. Mas também não me superestimo, pois sempre fico encantado com a simplicidade com que Joseph Campbell fala sobre o amor em O Poder do Mito: “(...) Então pelos olhos, o amor chega ao coração... Pois os olhos são os guias do coração. Os olhos procuram o que o coração gostaria de possuir. “E quando estão de pleno acordo, e os dois estão em harmonia... Nasce o perfeito amor, que brota daquilo que os olhos tornaram bem-vindos ao coração. “Os verdadeiros amantes sabem: O amor é a perfeita bondade que nasce, sem dúvida, do coração e dos olhos. Esse argumento sozinho parece uma reflexão bonita sobre o que é o amor passional, e porque costumamos olhar tanto para todas as direções, porém, o argumento no qual essa reflexão é feita é fascinante. Bom, deixo, então, duas recomendações: 1 – assistam a O Poder do Mito e 2 – amem alguém verdadeiramente. Alex Pedro.
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Escritor, Diretor... Escrevo desde os doze anos, atualmente envolvido em um projeto teatral lindo com um grupo maravilhoso; escrevendo disciplinadamente para este blog; contribuindo com contos para o jornal português Horizonte, e com mil outros planos no gatilho.
Gosto muito de ler bons livros, assistir a boas peças e bons filmes, ouvir boas músicas, e degustar boas conversas na companhia de bons amigos. E quem não gosta? ;)